Como se formam os Terremotos?

Os dados científicos, demonstram as influências dos furações, de uma forma bastante direta e nós, simples mortais, nem de longe imaginamos o quanto podem mudar nossas vidas, porque em se tratando de fenômenos da natureza, o HOMEM, mesmo com tantos conhecimentos e tecnologia, muitas vezes, não conseguem evitar seus efeitos devastadores.

Além disso, todos os terremotos são formados a partir de fortes deslocamentos de placas gigantescas debaixo da terra. Quando isso ocorre, a energia que estava acumulada no local é liberada sob forma de ondas elásticas. Elas se espalham em todas as direções, fazendo a terra tremer. Assim sendo, vamos listar cinco efeitos:

1 – A duração dos dias pode ser alterada

Como formam os Terremotos no Mundo
Imagem/Reprodução: National Geographic News

Em março de 2009, um tremor de magnitude 8,9 atingiu o noroeste do Japão. A energia liberada foi de tal forma, que alterou a distribuição da massa da terra.

Tal fato gerou uma aceleração na velocidade de rotação do planeta, resultando que o dia na Terra durou 1,8 microsegundo menos que o habitual. Pode parecer pouco, mas passamos a ter a sensação de que o tempo, passou a “voar”.

2 – A água pode mudar de odor e de temperatura

Como formam os Terremotos no Mundo
Imagem/Reprodução: National Geographic News

Lagoas, canais, lagos e fontes de água parada podem gerar um cheiro desagradável, bem como aumentar ligeiramente a temperatura antes de um tremor.

Tal fato se deve aos gases subterrâneos liberados a medida que as placas tectônicas se movimentam. Os gases podem contribuir, ainda para possíveis mudanças de comportamento na vida silvestre da região.

3 – O comportamento dos animais muda

Como Identificar um Terremoto
Imagem/Reprodução: National Geographic News

Em uma universidade do Reino Unido os pesquisadores observaram o desaparecimento de sapos antes do terremoto de 2009 na Itália.

Segundo os estudos, os sapos, têm a capacidade de detectar pistas préemi-sísmicas, tais como emissão de gases e partículas carregadas. As pistas poderiam servir como um alerta de sistema precoce de terremotos.

Terremotos do Mundo
Imagem/Reprodução: National Geographic News

Cabe ressaltar que a pesquisa não teve o condão de esclarecer de forma precisa qual o mecanismo que permitiria aos sapos ter a percepção da chegada de uma atividade sísmica.

Além dos sapos, outras espécies de animais teriam também a capacidade de sentir os tremores leves, produzidos antes do forte movimento das placas tectônicas. E, há uma outra hipótese: é a de que detectam sinais elétricos causados pelo movimento das rochas subterrâneas.

4 – Após o terremoto, a Seicha

Como Identificar um Terremoto
Imagem/Reprodução: National Geographic News

Em lagos, portos e piscinas, ocorrem oscilações estacionárias internas – praticamente imperceptívies a “olho nu”, conhecidas como seichas,

Esse fenômeno é mais comum em locais onde a água se encontra em um espaço parcialmente fechado e mais raso, como piscinas e lagos.

5 – A descoberta no século XVIII

Terremotos do Mundo
Imagem/Reprodução: National Geographic News

Um dos primeiros a ressaltar as causas dos terremotos, foi o geólogo britânico John Michell (1724-1793), no início do século XVIII.

Depois de um terremoto em Lisboa no ano de 1755, foi o geólogo, que levantou a hipótese de que os abalos sísmicos estavam ligados à movimentação de blocos da crosta terrestre e que os mesmos se propagavam através de ondas de choque subterrâneas.

Terremotos do Mundo
Imagem/Reprodução: National Geographic News

Além disso, a linha de colisão entre as placas dos oceanos Atlântico e Pacífico percorre toda a costa oeste das Américas do Norte, Central e Sul. Portanto, os países que ficam ao longo dos pontos, como Estados Unidos, México, Guatemala, Nicarágua, El Salvador, Peru e Chile, têm recebido ao longo dos anos os mais devastadores terremotos de que se tem registro no continente americano.

Países como Brasil, Argentina, Uruguai e a costa leste dos EUA dificilmente têm terremotos justamente porque estão localizados no meio da placa do Oceano Atlântico, cuja borda leste está enterrada no meio do oceano.

Sonia Maria

Meu nome é Sonia Maria, sou carioca, com muito orgulho, advogada, empresária. Nas horas vagas adoro ler bons livros, dançar, viajar, namorar. E sou uma pessoa bastante obstinada, sei ser paciente, aliás, a paciência, é fundamental para que não desistamos dos nossos objetivos.