Egoísmo, será ele o grande vilão?

Às vezes me pego refletindo porquê, estamos vivendo em um Mundo com tantos conflitos, muita tecnologia (ótima ferramenta quando bem utilizada), pouco diálogo, incertezas, desencontros (muitos), vejo pessoas se sentindo injustiçadas, isoladas em si mesmas. Agora, sejamos francos, não estaremos sendo egoístas ao nos fecharmos para o outro?

Mazelas do Egoísmo Tudo Sobre
Fonte da imagem: Revista Crescer

Infelizmente, estamos vivendo um tempo em que desaprendemos a arte do compartilhar, tipo: se estamos trabalhando e auferindo um excelente salário e, alguém, pede ajuda para conseguir um emprego, quantos de nós tentamos ajudar? E, se estamos conduzindo um veículo, ingerimos álcool, mesmo sabendo que a bebida diminui os reflexos, muitos não se preocupam com as consequências, devido a isso, quantas vidas ceifadas e famílias destruídas!

O som alto em horário tardio (pode estar incomodando os vizinhos), estacionar sobre a calçada sem pensar nos pedestres – você é pedestre também – igualmente, estacionar ocupando mais de uma vaga, furar fila, marcar hora e chegar atrasado (o trânsito do Rio não está fácil), tem que pedir desculpas pelo atraso – se colocar no lugar do outro, não tira “pedaço”.

Perturbar a aula (professor e colegas, merecem respeito), acessar rede social no cinema, com àquela “luzinha” insuportável, batendo no rosto do cidadão na poltrona ao lado, ficar no celular, tablet, etc… Isto também ocorre quando a outra pessoa está falando e você nem aí (falta de educação e respeito). A moral da história, … se está bom para mim, … que se “dane” o outro.

Gente, de verdade, será o egoísmo o vilão, ou seremos nós que estamos deixando de lado àquelas sábias regrinhas de convivência e que nos afasta, muitas vezes, daqueles que mais amamos, abrindo o caminho para o isolamento, pois, ser sozinho é uma opção. Entretanto, ser solitário, acho que não. O isolamento pode criar uma barreira perigosa, onde vivemos em função apenas do nosso “mundinho”, fazendo somente o que nos dá prazer.

Porém, mais adiante, poderemos procurar à nossa volta, querendo uma palavra amiga, carinho e, descobrir muito tarde, não ter absolutamente NINGUÉM, somente o vazio, o nada. Abrir mão de querer se bastar, e pensar no outro, pode nos mostrar um caminho muito melhor, descobertas maravilhosas e, com alguma SORTE, um grande AMOR!

Sonia Maria

Meu nome é Sonia Maria, sou carioca, com muito orgulho, advogada, empresária. Nas horas vagas adoro ler bons livros, dançar, viajar, namorar. E sou uma pessoa bastante obstinada, sei ser paciente, aliás, a paciência, é fundamental para que não desistamos dos nossos objetivos.