Mãe com Açúcar e Afeto

Mãe, de todos os tipos, modos, modas e também de todas as maneiras. Então, vamos tentar retratá-las, mas sem defini-las, de maneira formal, porque um ser que é Único, passa ao largo de uma simples definição. Para mim, esse Ser, que recebeu do Criador a missão de nos fazer existir merece todos os carinhos e mimos, possíveis e imagináveis.

Entre outras coisas, podem ser o que quiserem: mãe biológica (a que nos dá a luz e amamenta), mãedastra (a que nos faz existir pelo coração), me encaixo nesse “grupo”, por experiência própria, mãe adotiva (a que acolhe pelo coração e não aceita deixar de exercer a maternidade), a madrasta (aceita o filho da outra/o, forçada pela contingência da vida).

Porém, esse artigo, é para homenagear uma das maiores invenções de DEUS, sabendo que todas trazem dentro de si sentimentos divinos de: amor, desprendimento, capazes de gestos extremos para defender suas “crias”, de todas as formas, independente da situação, evitando que sejam prejudicadas, pois, até quando reclamam, se exaltam, perdem a paciência, conseguem dosar a reprimenda e, curiosamente, de forma veemente jamais, mas jamais mesmo, permitem que os outros e, não raro nesse grupo incluem até mesmo os pais dos “rebentos”, a crítica injusta.

É aquela velha e famosa história, a elas e, somente a elas, tudo é permitido e perdoado em nome do amor, mais verdadeiro e desinteressado que existe, no qual podemos confiar e nos apoiar.

O ser mãe inclui afeto, carinho, cumplicidade, orientação, mas também a crítica construtiva, cortar na própria carne, um belo puxão de orelhas, uma conversa franca, impondo limites e respeito (mas respeitando para ser respeitada) evitando que, os filhos, aprendam com a vida, por vezes da pior forma possível, porque nem sempre a “escola da vida”, ensina a fazer o dever de casa, com os melhores fundamentos.

Entretanto vale, e como, àquele diálogo olho no olho, companheirismo (bom demais), mas com cautela para não resvalar naquela perigosa “armadilha”, de virar coleguinha do filho, em que pese uma imensa tentação de fazê-lo.

Sonia Maria

Meu nome é Sonia Maria, sou carioca, com muito orgulho, advogada, empresária. Nas horas vagas adoro ler bons livros, dançar, viajar, namorar. E sou uma pessoa bastante obstinada, sei ser paciente, aliás, a paciência, é fundamental para que não desistamos dos nossos objetivos.