Violência: sinônimo Desamor

VIOLÊNCIA: a palavra em voga, o sentimento atual, a escuridão do nada, o vazio, o medo, o ponto de interrogação, a lágrima sentida, a perda de alguém querido, a vontade de desistir de tudo, e a pergunta que fica latente dentro de cada um de nós, por quê? Descubra na íntegra!

Violência - Falta de Amor... Falta de Tudo!!
Imagem/Reprodução: Mundo da Psicologia

AMOR: a palavra esquecida, o sentimento antigo, a luz intensa, a coragem, a certeza, ponto de partida para o riso fácil, a conquista que aquece o coração, a vontade de lutar por si mesmo, de conquistar um amor, de acolher as pessoas, compartilhar, de querer que tudo a sua volta e todos sejam mais felizes, ou pelo, menos mais realizados enquanto pessoa.

Porém, quando a violência ganha espaço, é porque o amor perdeu o seu espaço, nessa guerra insana aonde todos perdemos, mesmo que muitos teimem em dizer que não há o que fazer para mudar esse estado de coisas, eu teimosa que sou, acredito que ainda é tempo de lutar para virar o jogo, não a meu favor, mas a favor de todos.

Sendo uma otimista incorrigível, (aprendi a ser assim com minha mãe) e acredito que as pessoas não nascem más, bandidas, destituídas de sentimentos, com ódio no coração. O coração aqui, não é aquele órgão que bombeia o sangue pelo nosso corpo, e sim àquele coração sutil, espiritual e que sabe ver as pessoas e o mundo de forma sensível, além de um mero corpo, é o sentir as pessoas ao invés de simplesmente conhecê-las.

Violência - Falta de Amor
Imagem/Reprodução: Mundo da Psicologia

Temos que parar e pensar: porque, se vemos tanta violência, fruto do desamor e nos assustamos com as manchetes e noticiário geral, não tentamos mudar esse panorama. Sabemos que não é nada fácil, mas não é impossível.

Existem muitos grupos de pessoas, ONGs, Institutos e Fundações (o Instituto Ayrton Senna e a Fundação Bradesco), são exemplos dos que lutam, fazendo campanhas, conclamando a que tenhamos um engajamento cada vez maior, para ajudarmos os nossos semelhantes, e se são “semelhantes”, significa dizer iguais, a mim, a vocês, a todo o mundo.

Claro está, cada um dentro de suas características, aspirações, talentos, motivações e maneira de amar. Tomemos como base uma criança que nasce dentro de um ambiente hostil e de miséria, e me refiro mais a miséria moral e do abandono do que a falta de condições financeiras, e uma outra que nasce (como eu) cercada de carinho, afeto, atenção e bem verdade que se diga, em uma família humilde, com uma condição financeira do tipo pobre mesmo, mas com uma imensa herança de amor, isso faz toda a diferença. As condições de nascimento em que cada uma dessas crianças veio ao nosso mundo, com muitas imperfeições, mas criado para ser perfeito pelo CRIADOR (me refiro a uma energia que tudo pode e tudo vê) não aquela figura meio que distante e sentada em um trono com uma enorme barba, bem distante de tudo.

Violência Falta
Imagem/Reprodução: Medical Daily

Tentemos dar mais importância a vontade de viver, em um mundo menos violento, mais acolhedor, começando por nossa casa, pais, filhos, professores, escola, parentes, amigos, vizinhos, colegas de colégio e/ou trabalho, simples conhecidos. Na minha visão, é também bastante salutar, não nos atermos tanto a certo tipo de noticiário sensacionalista, que vive de explorar a dor das pessoas, não estou sugerindo que deixemos de nos informar, até mesmo como forma de nos protegermos, para sabermos que determinados lugares devem ser evitados.

Pensemos, que da mesma forma como disseminamos as más notícias não seria o caso de procurarmos disseminar boas notícias e até pensarmos algumas horas do nosso dia para ajudar as pessoas, espalhando AMOR!. Pode ser um abraço, um sorriso, um bom dia alegre (daqueles que nos fazem sorrir até com os olhos), um elogio, usar um talento seu, como professor, advogado, médico, engenheiro, arquiteto, esportista, artista, empresário, para citar apenas alguns, ler para crianças e idosos, ceder lugar na fila a uma pessoa que esteja apenas com uma única compra naquela fila imensa do supermercado – isso ocorre até naquela fila, com um velho conhecido aviso “só até 15 mercadorias” – doar aquelas roupas em ótimo estado mas que você seja lá porque for não usa mais, desde que esteja em boas condições de uso, pois, não devemos doar algo que não usaríamos.

Violência - Falta de Amor
Imagem/Reprodução: Digital Bond

A maioria de nós, temos talentos encobertos e que nem mesmo sabemos aproveitar, ideias adormecidas que podem contribuir em muito para melhorar a vida das pessoas. O mutirão de empresas construtoras, para construir casas para pessoas de baixa renda, a um custo menor utilizando uma tecnologia de ponta para agilizar o processo, ponto para nós que fomos a luta, sem ficar de braços cruzados, esperando pelo governo, organizar um bazar no qual a renda seja revertida para criar centros esportivos, tirando crianças e adolescentes das ruas mostrando a elas que alguém se preocupa com seu futuro, associação de moradores com uma campanha para aproximar o cidadão do policial que atua na área, criando uma integração de onde poderão surgir soluções para diminuir a violência (creio que a união é uma das melhores formas de recriar um ambiente menos hostil), os policiais são seres humanos, com uma família a esperá-los ao final de um dia de trabalho, muitos como nós querendo o fim desse ciclo de vida/morte.

Se a violência cresceu assustadoramente, fruto da miséria, gerada pela ambição daqueles que só pensam em “se dar bem na vida”,  podemos pensar que ela poderá ser mitigada pelos que pensam de forma diferente e além de “querer se dar bem na vida”, querem que os demais também o façam, porquanto, não vejo como viver bem se sua vida é apenas uma Ilha cercada do que há de pior: violência, gerada pelo desamor.

Sonia Maria

Meu nome é Sonia Maria, sou carioca, com muito orgulho, advogada, empresária. Nas horas vagas adoro ler bons livros, dançar, viajar, namorar. E sou uma pessoa bastante obstinada, sei ser paciente, aliás, a paciência, é fundamental para que não desistamos dos nossos objetivos.